O DOIDO E A MORTE

SINOPSE

O Doido e a Morte é um espectáculo que pretende levar-nos a pensar sobre os dias que vivemos e despertar consciências por vezes adormecidas, transpondo o texto para a nossa realidade numa simbiose poética onde teatro e música se fundem num ambiente intimista de modo a concentrar a atenção do público nas peripécias das personagens que se digladiam à nossa frente.

 

Raul Brandão (1867-1930)

Figura proeminente da Literatura Portuguesa da primeira metade do século XX, pertence ao grupo fundador da Seara Nova. É autor de prosa ficcional, romances históricos, três volumes de Memórias e, ainda, de peças de teatro. A sua obra caminha – depois de influenciada pela estética decadentista-simbolista finissecular e, mais tarde, pelo nefelibatismo e esteticismo – no sentido de uma progressiva tomada de consciência ética e social acerca do drama da condição humana: o conflito entre o sonho e a dor. Entre as suas obras mais marcantes encontram-se, por exemplo, El-Rei Junot (1912), Húmus (1917) e O Gebo e a sombra (1923).

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