KING KONG - QUEM É O MONSTRO?

SINOPSE

O teatro de marionetas tem origens em tempos imemoriais, tendo provavelmente surgido como resposta à necessidade do homem primitivo O teatro de marionetas e o cinema têm muitos pontos em comum. Criam sonhos visuais, uma cosmogonia onde o maravilhoso está presente lado a lado com os monstros mais hediondos. Ambos utilizam efeitos visuais para nos levar em viagens.

Na sua génese e ainda actualmente, o cinema pede emprestadas as técnicas do teatro de marionetas para dar vida a inúmeras personagens fantásticas: Godzilla, Yoda, King Kong e muitos outros.

Queremos viver esta aventura no outro lado. King Kong foi o primeiro filme com um monstro gigante que nasceu no cinema. Para este filme, foram utilizados bastantes efeitos especiais.
King Kong faz parte da nossa cultura comum, o mito do selvagem livre de natureza desconhecida. O monstro contra a civilização. O puro contra o lucro!

Reescrever esta história para uma peça de marionetas é um desafio. Torná-la pequena mas dar-lhe uma grande interpretação. Contar uma história ao ritmo de um filme, contar com os olhos do público como se fossem câmaras e utilizar os clichés do filme impressos nas suas mentes.

Um cenário pequeno, 2 marionetistas e muitos efeitos especiais em directo em 45 min de aventura!

O teatro de marionetas e o cinema têm muitos pontos em comum. Criam sonhos visuais, uma cosmogonia onde o maravilhoso está presente lado a lado com os monstros mais hediondos. Ambos utilizam efeitos visuais para nos levar em viagens.

Trata-se de uma metáfora acerca da tomada de poder sobre a natureza e da forma como isso termina. A natureza retratada no masculino de forma selvagem, devastadora e inadaptável! O humano civilizado defende o lucro/o humano selvagem mantém o equilíbrio com o sacrifício de virgens. Estamos todos a contar uma história moralista simples mas muito espectacular.

O primeiro da sua espécie (1932). É uma porta aberta para todos os monstros saírem do ecrã e ocuparem o nosso imaginário; preencher os nossos sonhos de “novos mundos” com fantasmas; mundos teatrais e novas experiências visuais, inspiradas no velho imaginário cinematográfico.

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